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Governo sedia reunião do Comitê da Bacia Hidrográfica do Paranaíba em março


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    Entre os dias 18 e 19 de março, o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), sediará a 9ª Reunião da Câmara Técnica de Planejamento Institucional (CTPI) do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba (CBH). A reunião, que contará com representantes do governo do Estado, tratará de diversos assuntos, entre eles o Plano de Recursos Hídricos do Estado do Mato Grosso do Sul.

    A reunião será realizada no auditório do Imasul, no Parque dos Poderes, em Campo Grande. Também será discutida a proposta de deliberação sobre a utilização da logomarca do CBH - Paranaíba e a programação dos três encontros regionais em Jataí (GO), Rio Verde (GO) e Cristalina. Na oportunidade, a diretoria do comitê se reunirá com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento e da Ciência e Tecnologia (Semac), onde serão definidas ações do Estado do Mato Grosso do Sul na Bacia do Rio Paranaíba.

    Técnicos do Imasul possuem acento de titular e suplente no CBH-Paranaíba. Cerca de 2% da área do Estado de Mato Grosso do Sul está inserida na bacia hidrográfica do Rio Paranaíba, que abrange outros cinco estados brasileiros.

    PERH

    O PERH foi elaborado pela Secretaria de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia em conjunto com o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e contou com o apoio financeiro e técnico da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano (SRHU) do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

    Ao todo foram dois anos de trabalho para elaborar o plano, que contempla o diagnóstico da situação dos recursos hídricos do Estado, apresenta o prognóstico para os próximos anos e traz os programas a serem desenvolvidos em âmbito estadual, compreendidos como ações preventivas nas áreas de desenvolvimento e fortalecimento institucional, planejamento e gestão e conservação do solo, água e ecossistemas. Estas ações, reunidas em 16 programas, serão executadas nos próximos quatro anos.

    Participaram do PERH representantes de instituições de ensino e pesquisa, representantes de serviços de água e esgoto, indústrias, pescadores, navegação, turismo, justiça, municípios, consórcios e comitês de bacias hidrográficas, além de organizações da sociedade civil e representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA).

    O PERH abrange o uso de águas superficiais e subterrâneas, elencando aspectos positivos e as principais dificuldades. Durante a sua elaboração, um dos problemas identificados foi a dinâmica de uso e a qualidade da água. Situações como a rede de esgoto e o descarte de produtos nos ecossistemas precisam ser reavaliados no Estado. Sobre a quantidade de recursos hídricos, o Estado está localizado sobre o Aquífero Guarani, um gigantesco repositório subterrâneo de água potável, que também foi tema de estudo e de discussão durante a elaboração do PERH.



    Fonte:Notícias MS



 


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